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terça-feira, 7 de junho de 2011

Reflexão- Escrevendo na areia...




“...mas Jesus, inclinando-se, escrevia na terra com o dedo”.

Não existe na Bíblia, e em nenhum livro no mundo, qualquer palavra escrita por Jesus.
A única vez que Ele escreveu, o fez na areia e quando sopraram os ventos, ninguém conseguiu saber o que havia sido escrito.
Porém, sobre nenhum homem no mundo houve tantas palavras escritas.

Não existe nenhum escritor no mundo que tenha vendido tantos livros, quanto àquele que contém suas palavras.
As palavras que foram escritas na areia ninguém as conheceu, pois logo desapareceram. Mas, as escritas no coração, até hoje estão gravadas e Ele ainda continua a escrevê-las nos corações de homens e mulheres que se dispõem a ouvi-lO.
“Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.
Quantos leram, ouviram, mas não foram libertos?
Quantos leram, ouviram e converteram-se do seu mau caminho e foram libertos porque conheceram a verdade?
Suas palavras continuam a ser pregadas, interpretadas e reveladas. Entretanto, muitos continuam como os fariseus da época de Jesus, a dizer:
“Eu não preciso destes ensinos, eu tenho a minha sabedoria”. Não posso crer num homem que viveu há dois mil anos.
“Eu vivo hoje e seus ensinos são antigos e servem apenas para aquela época”, diz o pensador moderno.
Jesus continua a dizer: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem”.
Jesus não escreve mais na areia, mas continua a falar aos ouvidos. As letras que foram escritas na areia, o vento veio e as levou. As que são ditas aos nossos ouvidos promovem uma verdadeira revolução no nosso interior. Elas transformam nosso ser, nos liberta do nosso ego, do nosso saber e, principalmente, nos liberta de nós mesmos, pecadores que somos.
As palavras faladas produzem vida e esta em abundância. Enquanto as palavras escritas na areia desapareceram com o vento e ninguém as conheceu, as palavras faladas correram o mundo, transformaram homens e mulheres; sob estas palavras foi edificada uma Igreja.
Estas mesmas palavras criaram o mundo; e elas ainda guiam e sustentam este mundo. “O verbo se fez carne e habitou entre nós”.
O nosso desejo deve ser que as Palavras de Jesus Cristo, o verbo de Deus, sejam escritas em nossos corações, para que elas possam nos transformar em seus discípulos.

Reflexão- A Cigarra e Formiga Gospel




Era uma vez uma cigarra que vivia saltitando e cantando pelo bosque as músicas dos principais cantores gospel.
Certa vez, enquanto decretava as bênçãos de Deus sobre a sua vida, a cigarra esbarrou numa formiguinha, que carregava uma folha pesada.
Ao ver a cena inusitada, a cigarra falou:
- Ei, formiguinha, para que todo esse trabalho? O verão é para gente aproveitar! O verão é para gente se divertir! Somos filhos do Rei! Somos herdeiros de Deus! Eu aprendi com o meu apóstolo que as bênçãos de Deus vem através dos decretos espirituais. Além disso, eu vi na televisão, um pastor dizendo que a prosperidade vem quando semeio ofertas em sua conta bancária. Eu creio nisso, e já até fiz um ato profético determinando a vitória em Cristo.
Ao ouvir a cigarra a formiga replicou dizendo:
- Não, não, não! Não é assim. A prosperidade vem pelo trabalho. Deus abençoa aqueles que trabalham. É preciso trabalhar agora para guardar comida para o inverno.
Ao ouvir a réplica da formiga, a cigarra pensou com seus botões: Pobre formiga, não entendeu a visão! É uma derrotada!

No dia seguinte a cigarra passou de novo perto da formiguinha que carregava outra pesada folha e disse:
-Deixa esse trabalho para as outras! Vamos nos divertir. Vamos, formiguinha, vamos cantar! Vamos dançar! Tudo que Jesus conquistou na cruz é direito seu é direito nosso! Todavia, a formiguinha permaneceu firme no seu propósito de continuar trabalhando. Contudo, movida por compaixão e misericórdia a formiga disse a amiga:
- Cigarra, se não mudar de vida, no inverno você há de se arrepender, vai passar fome e frio.
A cigarra nem ligou, antes pelo contrário, repreendeu a formiga dizendo:
Tá amarrado em nome de Jesus! Tudo posso naquele que me fortalece!

Infelizmente para cigarra, o que importava era aproveitar a vida, e decretar a bênção.
Para que armazenar alimento? Pura perda de tempo!
Afinal de contas ela já tinha adquirido a Bíblia da prosperidade e com isso a imunidade às crises deste mundo.

O tempo passou e com ele o verão. Certo dia o inverno chegou, e a cigarra começou a tremer de frio. Sentia seu corpo gelado e não tinha o que comer. Desesperada, foi bater na casa da formiga. Abrindo a porta, a formiga viu na sua frente a cigarra quase morta de frio que desesperada clamava:
- Formiguinha, me ajude por favor, estou morrendo de frio.
Ao ver o desepero da cigarra a formiga disse: - Ué? Mas você não tinha decretado a bênção? Não semeou as sementes da prosperidade?
O que aconteceu?
A cigarra constrangida respondeu: - Pois é minha amiga, eu estava errada. Fui enganada por esses falsos pastores e apóstolos e agora estou na mais profunda miséria.

Da mesma forma, como essa 'formiguinha gospel', vivem muitos irmãos enganados por doutrinas absurdas, com falsas promessas e profetadas de muitos psicopatas que se dizem pastores e apóstolos do Senhor Jesus.